segunda-feira, 31 de outubro de 2011

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Obrigado.
Obrigado pelo tudo e pelo nada. Pelas lágrimas, pelo ombro amigo. Pelo tempo passado junto e pelo tempo passado longe. Pelas noites sem dormir e pelos dias passados sonhando acordada. Pelas piadas infames e os risos sem motivo algum. Por toda a esperança. Pelo amanhã.


Obrigada por ter me salvo do mundo e das pessoas. De mim mesma e do tempo. Da vida e da falta dela. Um eterno salva-vidas.

Obrigado pelas lições de moral que não foram ditas, pelo conforto sem palavras e pelo ritmo adquirido em silêncio. Por todo o espaço entre uma palavra e outra. Pela falta de espaço entre as palavras também. Pelo verbo, pela paciência e pelo obrigado. Você é uma eterna canção.


Pelas súplicas no olhar. Pelo comprometimento e fidelidade. Pelo afago que vai a quilômetros de distância. Pela falta de malícia. Ou por toda ela. Por todo o sentimento e todos os sentidos. Pelo dia que carrega a noite. Pela direção. Pelo corpo que carrega as marcas e as memórias que carregam o corpo.


Obrigada pelo sempre, pelo mais, pelo melhor e pelo depois.
Obrigada pelo poema, pela maravilha e pela doçura. A paz, a força, a candura e o cuidado.
Pelo amor também. Pela amizade também.
Obrigada.


Por toda a vida, obrigada.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

pausa para uma descrição

mais uma semana chega ao fim,
incrível como pode parecer muito
ou muito pouco
mas o resto da vida está logo ali, na próxima esquina
só esperando para te pegar de jeito
e então você descobre que não se importa com esse para sempre
por que ele sempre esteve te esperando, o momento exato pra te provar que não é só cinema
que por mais difícil que possa ser, as vezes as coisas dão certo de um jeito tão grande
e tão perfeito que AH!
nem tem como descrever.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

uma luz que brilha intensa

e essa felicidade insana, que parece uma fumaça multicolorida que deixa os meus sentidos torpes e a minha vontade única. Ela tem sido a minha maior companheira.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

e o meu amor

sonhou o sonho
cantou o hino
abraçou o espaço
e o sonho, o hino e o espaço se uniram pra dar forças a ele
e ele se tornou o que sempre fora, o meu amor
aquele amor em todos os rostos, todas as fronteiras e todas as vontades.
e os rostos, as fronteiras e as vontades se uniram e me mostraram o que eu sempre soube
ele, o meu amor.

sábado, 23 de julho de 2011

por você











é tão bom saber que é assim.
que é você.
é tão bom, que as palavras fogem. o peito grita. a boca grita. o vento grita.
aí quando a gente vê, o grito virou verdade


e ficou gravado no peito, na boca, na alma.
e nada vai conseguir tirar daqui.
ainda bem;

terça-feira, 12 de julho de 2011

aí a tempestade acaba.

todo mundo dá graças,
volta pra vidinha monótona
e você me despedaça por inteira.
É isso aí. agora as coisas estão nos seus devidos lugares novamente.